sexta-feira, 27 de setembro de 2024

Vomitando porra

    Volta Redonda,  1995.

    Eu era uma universitária de 19  anos, e sempre saía com uns amigos nos finais de semana pra dar aquela desestressada. Eu sempre tive alguns fetiches com homens mais brutos desde que era bem novinha, e sempre me achei suja, e por isso, nunca tive coragem de confessar pra ninguém. Desde a adolescência, já acordava molhada no meio da madrugada, depois de algum sonho no qual eu era agressivamente penetrada ou sufocada por um pau enorme na minha garganta. Eu sinceramente nunca entendi de onde vinha esse meu lado selvagem e despudorado. Às vezes, pensava em dar uma de louca e pedir pra algum ficante ser um pouco mais bruto comigo, mas eu tinha medo, e nunca me sentia plenamente saciada sexualmente. 

    Em certo sábado, estávamos em um bar do bairro Aterrado, que era muito frequentado por estudantes e também por operários da usina que ficava na cidade. Estava quente naquela noite, e eu estava só de regatinha, shortinho jeans e All Star, bem menininha. Agente tava bebendo cerveja e algumas tequilas. Por volta das 2 da manhã, a galera começou a ficar meio bêbada e alguns já começaram a ir embora. Eu também já estava bêbada e me preparando pra ir embora. Naquele momento, uma turma de operários acabava de chegar, diretamente do turno na usina. Do nada, em meio a embriaguez, notei que um dos peões que chegaram era idêntico a um dos homens dos meus sonhos de adolescência, e eu fiquei meio que sem entender o que estava acontecendo. Àquela altura, devido ao nível de álcool, já não sabia se aquilo era real ou se estava alucinando. Eu já não conseguia parar de olhar para aquele homem, e toda vez que olhava, tinha lapsos de memória misturados com lucidez. A certa altura, ele percebeu que eu o encarava e começou a comentar com os outros peões, de forma que ficavam rindo e olhando em minha direção. Parecia que naquele momento, o efeito do álcool começava a diminuir. Então, senti vontade de ir ao banheiro, e quando já estava perto da porta de entrada, o homem dos meus sonhos me deu um esbarrão. Nós nos viramos ao mesmo tempo, e ele logo me pediu desculpas, me olhando de cima a baixo, como quem avalia uma mercadoria em uma estante. Eu fiquei sem reação e meio que dei bandeira, sem desviar o olhar dos olhos dele. Quando ele voltou pra mesa, eu consegui entrar no banheiro e percebi que estava com a calcinha toda ensopada, e que um caldo quente me escorria pelas pernas. Fiquei com muita vergonha de voltar pro salão, mas mesmo assim, me sequei o suficiente e voltei pra me despedir da galera e ir embora. Quando abri a porta, lá estava ele, me aguardando. Sem que eu pudesse dizer algo, ele já se apresentou e perguntou logo se eu queria ir pra algum lugar mais sossegado. Sem nem ter me recuperado da embriaguez, eu respondi involuntariamente que sim, como se aquela adolescente ainda vivia em mim assumisse o controle e soubesse exatamente o que estava prestes a acontecer. O nome dele era Roberto, e tinha mais ou menos 1,75 de altura e estava um pouco acima do peso, e havia me dito que tinha 43 anos. O rosto dele passava um ar de seriedade, e não sei era por causa da barba cheia e descuidada ou se era por causa da idade. 

    Começamos a andar pelo bairro e como já era madrugada, as ruas estavam um pouco desertas, somente com carros passando esporadicamente. Ao passo que andávamos e conversávamos sobre o que eu sinceramente não me recordo, ela começava a me abraçar e eu não sabia como dizer não ou não sabia se realmente queria dizer sim ou não. O fato é que de repente ele virou o rosto pra mim e me beijou, e senti aquela barba grossa arranhar meu rosto. O gosto da boca era de conhaque e cigarro, mas eu não ainda não sei explicar como aquilo estava me excitando tanto. Após uns 20 minutos de caminhada, chegamos a um viaduto que tem no bairro e ele me arrastou para debaixo, me alisando toda, enfiando a mão dentro do meu short, e logo viu que eu estava escorrendo perna abaixo. Quando ele começou a roçar em mim, senti um grande e duro volume embaixo da calça dele, eu como já não dava para disfarçar o tesão, enchi a mão com gosto, como se fosse a primeira vez que sentia um pau na minha mão. Ele então levantou minha regata e começou a chupara meus peitos e a boca dele era tão quente, com aquela barba roçando e espetando meus mamilos, que eu já estava quase desfalecida nas mãos daquele homem, e se ele quisesse, poderia ter feito de tudo comigo que eu não me atreveria a dizer não. Quando ele tirou a boca dos meus peitos, se levantou e deu um tapa de leve no meu rosto e segurou meu pescoço. Acho que foi o momento de prazer máximo pra mim; sentir um homem bronco e forte me subjugar. Como eu não reagi, ele me deu outro tapa, e dessa vez mais forte, e eu sentir meu rosto fervilhar de quente. Ele começou então a apertar meu pescoço, me sufocando, e eu estava entorpecida de tesão. Quando finalmente soltou meu pescoço, me beijou com força e com fome, como se fosse devorar minha boca, segurando minha cabeça com aquelas mãos enormes e ásperas. Sem que eu me recuperasse, me pegou pelos cabelos e me emperrou pra baixo e eu já sabia o que viria e estava louca pra acontecer logo, como alguém que está como fome olhando um prato suculento à sua frente. Bati os joelhos com força no chão duro e diante de mim, aquele homem grande e forte. Ele segurava minha cabeça com uma mão e abria o zíper com a outra, e aí eu tentei ajudar a abrir, mas ele me deu um tapa muito forte na cara e mandou eu colocar as mão para trás, e eu prontamente obedeci o meu mestre. Como estava muito duro, ele teve dificuldade em abrir as calças, mas quando abriu a baixou a cueca, um monstro veiudo saltou pra fora, já latejando e com o cabeção gigante apontando pra mim. Antes mesmo que eu me preparasse pra mamar, ele forçou a tora na minha boca e enquanto segurava firme minha cabeça com uma mão e com a outra, pegava meu pescoço por baixo e apertava, pra me forçar abrir a boca. Quando eu finalmente abri a boca, ele colocou de uma vez só tudo o que conseguiu goela abaixo, e eu perdi todo o ar. Aquela socada durou uns 10 segundos e foi o suficiente para eu quase desmaiar como o sufocamento. quando ele tirou o cacetão devagar, pude ter uma noção do tamanho do pirocão monstro que eu havia acabado de engolir, e me surpreendi com o fato de eu ter conseguido guardar tudo na garganta e me senti espantosamente orgulhosa da façanha. Naquele momento de êxtase, eu só tentava recuperar o fôlego, mas antes que eu conseguisse, ele empurrou aquele membro todo dentro da minha boca novamente e eu entendi que seria assim que com aquele homem. Depois de umas quatro engolidas de piroca, ele começou a diminuir a intensidade e eu pude sentir a textura da rola, o gosto e como os pentelhos invadiam ninhas narinas, me sufocando quando ia até o final. Naquele vai e vem de pica na minha boca, sentia cada veia pulsando e ficando cada vez mais grosso, e eu quase já não dava conta de engolir tudo. Minha regata já estava todo cheia de baba do boquete violento. quando eu menos esperava, ele ficou imóvel e eu aproveitei pra saborear aquela cabeça gigantesca, e pude sentir que parecia uma borracha macia e quente. O cheiro que homem rústico era formidável e eu parecia ser a mulher mais loba e fêmea do mundo! Depois de ter saboreado bem, ele segurou novamente minha cabeça com uma mão e meu pescoço com a outra e eu sabia exatamente que ele ia socar fundo e com violência, então eu me preparei com a boca bem aberta, implorando pra ele me abusar. Mesmo já tendo sofrido no início com a socada na garganta, eu não esperava pelo que viria a seguir. Ele hesitou um momento e então, enfiou toda piroca com muita força e eu senti machucar minha garganta, e sem tirar, pude sentir o pau no meu esôfago, indo e voltando, e eu segurei nos joelhos dele, tentando me desvencilhar, mas ele era muito forte, e eu era uma frágil estudante. Aquele tormento durou uns 20 segundos e quando eu achei que ele ia tirar, sentir o pau latejar, então, mesmo sem fôlego, me concentrei em sentir o jato quente direto no esôfago e quase desfaleci de tesão. Eu não podia ver, mas sabia que era muita porra, e deixei ele se satisfazer por completo. Em meio ao gozo dele, senti algo derramar no chão e as gotículas nas minhas pernas e soube que estava gozando involuntariamente. Quando a porra acabou, ele foi tirando devagar, só pra me torturar. Na entrada da garganta, ele parou e eu não segurei o vômito. Coloquei o vômito e a porra toda pra fora, com o pau dele ainda na minha boca. Quando ele tirou, eu estava suja, babada e coberta de vômito misturado com porra grossa, com cheiro de água sanitária. Por mais insano que possa parecer, foi a primeira vez na minha vida que eu me senti completamente saciada e também mulher. Quando tudo acabou, ele guardou o pau e me perguntou se queria companhia para voltar pra casa, mas eu disse que estava tudo bem e que ele não precisava se preocupar. Ele então se despediu sem nenhum toque físico, até porque eu estava toda suja, e se foi. Eu, ainda em êxtase, me limpei, pelos menos o que consegui e voltei pra casa em meio a madrugada, andando pelas sombras para ninguém me ver toda imunda e cheirando a vômito e porra. 

    Hoje em dia, continuo a vagar pelas noites da cidade, procurando homens de verdade, que possam me fazer sentir mulher de verdade, como naquela noite. Sinto que meu segredo deixa tudo ainda mais gostoso, pois nem tudo é tão bom após a gente revelar aos outros. Ter segredos imorais é uma delícia, e o fato de ser proibido, profano e que ninguém aprova, deixa tudo mais apimentado, nos provocando à obscuridade insana dos desejos carnais. 

Vomitando porra

    Volta Redonda,    1995.     Eu era uma universitária de 19  anos, e sempre saía com uns amigos nos finais de semana pra dar aquela deses...